Hoje
- A equipa usa Harvey, Legora ou Copilot — e ninguém sabe quanto tempo isso está a poupar
- Um contrato que demorava 8h demora 4h — e lança-se 8 ou lança-se 4 sem critério
- O cliente já pergunta porque paga o mesmo por trabalho que a IA acelera
Com a WYnova
- Tempo de referência por tarefa cruzado com a timesheet: ganho medido, não estimado
- Ganho visível por cliente, por advogado e por tipo de tarefa
- Antes de faturar, o delta à frente: quanto fica em margem, quanto se cede em preço
Esta vista mostra quanto tempo a equipa está a ganhar com a IA face ao que estas tarefas demoravam, o que esse tempo vale, e para onde está a ir — margem, cliente ou capacidade. Os separadores seguintes explicam de onde vem cada número.
Caudal de horas — Referência → Registado → Faturado
O primeiro salto é o ganho da IA. O segundo é o que acontece na faturação.
Primeiro salto — o ganho. 414h era o que estas tarefas demoravam por referência; registaram-se 263h. A diferença, 151h, é o que a IA que já usam libertou.
Segundo salto — a faturação. Quem está em avença ou a preço fixo é faturado à referência, 59h acima do registado — é aí que o ganho fica em margem. Quem é faturado às horas registadas recebe o ganho em preço. E 19h (3364 €) nem chegam ao sistema de faturação.
Faturado à referência ou a preço fixo fica em margem; faturado às horas registadas é devolvido ao cliente em preço.
151h libertadas ≈ 0,9 advogado a tempo inteiro
Mais trabalho, mais qualidade de vida ou mais margem — a demo mostra a dimensão da decisão, não a decisão.
Fuga de receita
19h · 3364 € de horas já registadas não chegam ao sistema de faturação. Problema real, mas separado do ganho — o detalhe está em Faturação.
